Velopresso

Inspiração, Tecnologia
Em 26 de setembro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Depois do café no carro agora temos a bicicleta que faz café, essa engenhoca foi desenvolvida pelos estudantes da Royal College of Art de Londres, Amos Campo Reid e Oiva Lasse e se chama Velopresso.

velopresso

A bicicleta foi desenvolvida a partir de um velho triciclo e tornou-se uma cafeteria móvel, a água é aquecida por uma caldeira portátil alimentada por uma bomba de gás e teve suas engrenagens adaptadas para que ao pedalar além de impulsionar a bicicleta o grão do café seja moído, é possível preparar um bom espresso, latte ou capuccino.

velopresso

A invenção ainda é um protótipo e está em desenvolvimento, a ideia é tornar Velopresso auto sustentável, com combustível desenvolvido e partir da borra de café utilizada e também substituir o aquecimento a gás por energia renovável.

Os designers Reid e Oiva venceram o  Deutsche Bank Award 2012 na categoria Design e o segundo lugar no Pininfarina Design Contest 2012, acredito que em pouco tempo veremos essa invenção nas ruas nos servindo um espresso.

 

 

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Café no carro

Inspiração, Tecnologia
Em 19 de julho de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Imagine você parado no trânsito, naquele final de tarde de um dia cansativo, sonhando com um bom espresso, pois a Fiat resolveu atender os seus desejos, a partir de outubro o novo modelo Fiat 500L terá como opcional uma máquina de café espresso Lavazza totalmente integrada ao carro, substituindo o suporte de copo.

Basta colocar água, uma cápsula Lavazza e você terá seu espresso na hora, em qualquer local.

O opcional da Fiata tem gerado alguma preocupação, pois especialistas em segurança alegam que essa pode ser mais uma distração ao motorista, mas a Fiat respondeu dizendo que a máquina Lavazza está bloqueada e só funciona com o carro parado, então ta tudo resolvido, deu vontade de um café, estacione e faça você mesmo.

Espero que essa novidade chegue logo ao Brasil.

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Cafés do Brasil no iPad

Tecnologia
Em 5 de abril de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Um aplicativo interessante que instalei há alguns dias no iPad, e que merece um review aqui na Turma, foi o Cafés do Brasil. Desenvolvido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, traz informações de forma lúdica sobre a produção de café no país, e mesmo sendo simples, ainda é interessante para quem gosta de conhecer mais sobre café.

O aplicativo vem em três idiomas (português, inglês e espanhol), conta com um mapa informativo e traz duas galerias, uma de vídeos e outra de imagens. A galeria de vídeos tem somente 3 vídeos (mas mesmo assim deixa o aplicativo mais pesado do que seria, 90,7 mb), enquanto a galeria de imagens tem uma boa quantidade de fotografias, na sua maioria de qualidade condizente com a proposta do aplicativo.

Mas o destaque do aplicativo está mesmo no Mapa das Regiões Produtoras de Café no Brasil, que leva à informações, curiosidades e números sobre a produção em cada um dos estados (Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Paraná e Rondônia), ou às características do café de cada região produtora.

Para quem não conhece as Regiões Produtoras de Café no Brasil, o aplicativo lista as seguintes:
- Café do Sul de Minas
- Café do Cerrado de Minas
- Café da Chapada de Minas
- Café das Matas de Minas
- Café da Mogiana
- Café do Centro-Oeste de São Paulo
- Café das Montanhas do Espírito Santo
- Conilon Capixaba
- Café do Norte Pioneiro do Paraná
- Café do Planalto da Bahia
- Café do Cerrado da Bahia
- Café de Rondônia

O aplicativo ainda permite que se assine uma newsletter de notícias (podendo selecionar as regiões que se tem interesse), mas que infelizmente é entregue por e-mail, e não através do aplicativo. (Obs.: Não cheguei a testar esta função.)

No geral, é um aplicativo de qualidade, e bastante didático, para quem quer saber mais sobre o café brasileiro, e que eu recomendo já que é gratuito. O mesmo está disponível na App Store, somente para o iPad.

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Assassin’s Creed: Hitman na antiguidade

Games, Tecnologia
Em 20 de março de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Aviso legal (não de lei, mas para ser camarada, mesmo)

Quando falo de coisas que gosto muito, me empolgo e saio falando coisas que talvez não deveria falar. Então, vou fazer um favor a todos e dizer que essa mega review, pode sim, conter spoilers. Não é minha intenção entregar nada legal do jogo, mas como vou falar do span de todos os jogos até agora, é capaz de falar sobre algo que você ainda não jogou. Tentarei não tirar a graça da história conforme for progredindo, mas se acontecer, peço desculpas aos cuidadosos. Eu ia inicialmente fazer uma única de todos os jogos até agora, mas esta vai encompassar só o primeiro, pois é difícil falar pouco de cada um.

Uma coisa deve ser deixada clara desde o início. A empresa que fez esta série é uma das melhores no ramo, mas que ultimamente tem sido atacada por nerds raivosos por suas constantes medidas invasivas de proteção contra pirataria. Eu mesmo sou contra muitas delas, mas o que quero dizer é que apesar de tudo, a Ubisoft e os estúdios envolvidos fizeram um trabalho incrível nesta série. É um produto feito para vender, sem dúvida alguma, mas eles fizeram algo digno de venda e não apenas mais um lixo comercial. É um jogo com uma história profunda e que prende o jogador de tal forma que por mais que você tenha jogado os três primeiros jogos da série (como eu), você pode estar cansado, mas ainda quer jogar o quarto e não parar mais. Com isso em mente, vamos ao primeiro da série: Assassin’s Creed.

Assassin’s Creed foi o primeiro jogo lançado em novembro de 2007. Inicialmente feito para consoles, ele ganhou um release para PC posteriormente. A premissa era simples: você é um assassino na época das cruzadas e seus inimigos são os templários. É quase um clichê, se não fosse pelo elemento inception por trás tudo. Você não é um assassino na época das cruzadas. Você é um bartender. What? Exato.

No primeiro jogo da série, você acorda em um quarto que mais parece um hospício/prisão do que qualquer outra coisa. Um doutor ou cientista em um jaleco branco aparece, lhe dá bom dia como se fosse um ótimo dia para se acordar em um quarto de um hospício/prisão e diz que você tem muito trabalho pela frente. Um #wtf parece apropriado. Desmond (o seu personagem) pergunta o que está acontecendo. Conversa vai, conversa vem, e você fica sabendo que seus ancestrais eram assassinos. Mais que isso. Como eles eram seus ancestrais, você possui memórias genéticas no seu DNA, mais ou menos como os pássaros que migram que nascem sabendo que tem que migrar. Tudo parece loucura e você jura que o doutor vai dar uma de maluco e dizer que vai transplantar um cérebro de macaco em você até que – bam bam bam baaaam, ele te apresenta o Animus. O Animus é a máquina que lê suas memórias genéticas. E o bom (aham…) doutor quer descobrir algo que está escondido no seu cérebro. O problema é que não é como se fosse um HD e você apenas acessasse os arquivos. Para as coisas fazerem sentido, você precisa reviver as memórias de forma que você possa ir acessando em uma ordem cronológica. E logo você se vê fazendo tudo que seu ancestral assassino, o famoso Altaïr, fez durante a época das cruzadas. Se não bastasse o incrível fator inception, você dá uma de hitman com lâminas escondidas, facas de atirar e outros aparatos muy legais. A história continua e não demora para você descobrir que a corporação que seqüestrou você e quer descobrir algo não é nada mais nada menos que os templários nos tempos de hoje (bam bam bam baaaam).


O assassino.                                                            O bartender.

Momento spoiler que convence o cara a jogar (ou não):
Conforme você vai jogando, você descobre que os templários modernos querem descobrir onde foi escondido um artefato. Quem escondeu o artefato? Supostamente os assassinos na época de Altaïr. O que o artefato é? Apenas algo que, acreditam todos na época das cruzadas, Deus criou. Mais especificamente? A maçã que Eva pegou da árvore no Éden. É de comer? Não, mas ela te dá poderes divinos, como controlar a mente de todo mundo (*HFS).

Agora vamos ao gameplay e outras coisas.

O gameplay do primeiro jogo da série te deixa de cara. Você é praticamente um homem aranha menos as teias. Você sai correndo e escala praticamente qualquer prédio, salta de um para outro enquanto corre pelos telhados e pode se esconder em carroças de feno e outros lugares para fugir de guardas. Como no jogo Hitman, você pode planejar como matar alguns alvos, mas algumas missões devem ser executadas de forma X sempre. Além de quests principais, você pode salvar pessoas que são abusadas por templários e várias outras coisas. O jogo é, de uma forma geral, open ended. Você pode ir aonde quiser e não há muita linearidade (tirando as quests principais). Há cavalos para se movimentar entre as cidades (são três, mais a vila onde fica a fortaleza QG dos assassinos) mais rapidamente. As lutas com guardas são intuitivas e fáceis de controlar. Comandos como bloquear, contra atacar e se esquivar funcionam muito bem, mas quando 10 ou mais guardas vão para cima de você, comece a correr. O jogo é, afinal de contas, para ser jogado de modo stealth.

O visual é simplesmente belíssimo. Não consigo me recordar de outros jogos que mostraram tão fielmente Jerusalém ou Acre como Assassin’s Creed. Áreas pobres de cidades estão cheia de pedintes que se amontoam em cima de você pedindo dinheiro. Você pode jogar dinheiro para saírem do caminho ou empurrá-los e isso humaniza mais o jogo. Em compensação, quando você sobe uma torre bem alta e consegue ver TODA a cidade brilhando ao calorão oriental, você simplesmente fica de cara. É nessa hora que dá mais vontade do que nunca de pegar uma boa xícara de arábica (se é que você me entendeu) e ficar cinco minutos apreciando a vista e descansando as mãos do controle/teclado.

A trilha sonora não deixa a desejar. É o básico que funciona: momentos de fuga e combate, música rápida. Momentos calmos, música calma. Mas é tudo instrumental e combina perfeitamente com todo o cenário. É, provavelmente, um dos pontos cruciais que fazem com que você se sinta em uma Jerusalém do século XIII. O voice acting também é muito bem feito, dando muita fidelidade aos personagens.

Conclusão final:
O primeiro jogo da série DEVE ser jogado. Por mais que nas seqüenciais muita coisa tenha melhorado, é o primeiro Assassin’s Creed que dá o pontapé inicial na história e mostra como tudo começou e porque você vai continuar jogando. O visual, gameplay livre, trilha sonora e a sensação de ser um assassino do bem te faz se sentir como o 47 das antigas. A cinematic de introdução dá uma idéia de como é.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=4eMIWt4N9eU&w=560&h=315]

*Holy fucking shit

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Espresso manual

Tecnologia
Em 28 de fevereiro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Uma máquina de café espresso que não utiliza energia, esse é o invento do designer inglês Patrick Hunt.

Como sabemos para que um bom espresso seja tirado é necessário pressão e água fervente, com uma temperatura por volta de 90º graus, esse era o desafio de Patrick, imaginando uma máquina sustentável onde a energia elétrica fosse substituída por energia limpa.

Assim ele criou a Presso, uma máquina de café espresso movida por uma alavanca, que ao ser empurrada para baixo gera a pressão necessária para que se possa tirar um bom espresso. Sendo assim basta adicionar água fervente e pressionar a alavanca e terá seu café.

 

 

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The Elder Scrolls V Skyrim

Games, Tecnologia
Em 25 de fevereiro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

 

Buenas?!

2011 com certeza foi marcado por diversos títulos de qualidade. Foram tantos que fica difícil escolher qual o melhor.

Independente dessa votação, um deles se destacou pela imersão e, em diversos lugares, despontou como o melhor jogo do ano: Skyrim.

Confesso que gosto de jogos de RPG, mas nunca fui muito viciado pelo gênero. Entretanto, resolvi dar uma chance ao título da Bethesda Softworks e acabei contaminado por esse “vírus”.

Skyrim é o quinto título da série Elder Scrolls, que começou em 1994 e desde aquela época já chamava a atenção pela liberdade dada ao jogador e pela mitologia original que cerca o enredo, fazendo qualquer um trocar um bom filme por horas na frente de um videogame ou computador.

O jogo é tão aclamado que ganhou nota 10 da Famitsu, a mais famosa revista sobre games do oriente. O detalhe é que apenas 18 jogos conseguiram tal façanha, e Skyrim foi o primeiro e único título ocidental da lista.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=PjqsYzBrP-M&w=640&h=360]

 

REVIEW DO JOGO NO PC

  • Visual: Graficamente não é o melhor jogo que você vai encontrar por ai, mas não descarte o título por isso. Não existe sensação mais agradável do que está subindo uma montanha de neve e ver o vento batendo forte na encosta, balançando árvores e arbustos, ou a sensação de sair de uma cidade, caminhar quilômetros e avistar de loooonge , do alto de uma colina, o local visitado. Ou seja, detalhes simples que você não consegue achar em qualquer jogo fazem a experiência ser única. Por vezes me senti cavalgando pela Terra-Média de O Senhor dos Anéis. =)

 

  • Jogabilidade: Você pode escolher entre sua visão em 1ª ou 3ª pessoa. Como todo bom RPG, escolhe e customiza armas, magias, armaduras e tudo relacionado a criação e desenvolvimento do seu personagem. É fantástico o número de combinações disponíveis e eu perderia uma vida aqui os descrevendo. Outro destaque é a liberdade que você tem para fazer qualquer coisa, contanto que assuma suas consequências. Por exemplo: você pode matar um camponês para roubar seus suprimentos, mas prepare-se para que a família do cara busque você no cenário para se vingar.

 

  • Conteúdo: A história tem início 200 anos depois do título anterior. Ou seja, jogadores de Elder Scrolls IV vão receber easter eggs, enquanto os jogadores novos vão curtir uma aventura do zero, mas sem precisar se perderam algo relevante da história. O rei da província de Skyrim é assassinado, e isso gera uma guerra civil no continente inteiro. Em meio ao caos, dragões voltam a assombrar o local e ameaçam destruir tudo. Pra sorte de todos, de tempos em tempos, surgem guerreiros que podem absorver a alma dos dragões e matá-los, e, coincidentemente, esse guerreiro é você.


  • Contras: Bugs, bugs, bugs. Existem milhares deles. Dos mais simples aos mais toscos, e que acabam com a imersão em segundos. Mas acredite: tudo é tão bom que logo você esquece eles, e, com o tempo, passa a ignorá-los. (nota: atualizações são lançadas periodicamente e estão acabando com boa parte dessas imperfeições).

  • Com café? Acho que nada combinada tão bem com Skyrim quanto um café. Cavalgar por longas e tranquilas planícies é o momento certo para apreciar a bebidinha (pelo menos até aparecer aleatoriamente um dragão lhe atacando). Mas ficam duas dicas: 1) leve uma térmica, pois o jogo leva horas; 2) café extra-forte pega bem, pois você vai entrar madrugadas desvendando as centenas de sidequests e soltandos seus Fus Ro Dah (um dos shout que seu personagem tem e que aparece no vídeo acima).


Em resumo: Skyrim é mais que um jogo, é uma experiência. Em outras palavras, é impossível pegar todo o sentimento dele em um review, somente jogando.

 

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Roupa de café para aquecer

Tecnologia
Em 30 de janeiro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Quem não gosta de um bom café para aquecer os dias mais frios, tornando tudo mais aconchegante e no dando energia para enfrentar o trabalho.

Agora imagine que a roupa que o mantém aquecido também é feita de café, pois é, a empresa de roupas esportivas Virus desenvolveu uma roupa feita com grãos de café reciclados.

Os grãos de café são reciclados e transformados em fibra natural que produz um tecido confortável e com alto poder de isolamento térmico.

Segundo estudos da empresa o tecido quando usado diretamente em contato com a pele é capaz de elevar a temperatura do corpo em até 3 graus celsius, sem a utilização de produtos químicos. Além disso as roupas possuem blindagem UV e propriedades anti-odor.

A empresa recomenda que as roupas sejam usadas em conjunto com uma vestimenta por cima, pois o tecido não tem o poder de “quebrar o vento”, o que poderia diminuir sua eficácia.

A coleção Stay Warm foi apresentada no Industries Snowsports America (SIA) na cidade de Denver, EUA. Custam entre 38 e 60 dólares e podem ser encontradas no site da empresa.

Via Virus

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Máquina de café de concreto

Tecnologia
Em 10 de janeiro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Geralmente se usa concreto pra fazer parede, mas uma máquina de café, essa eu nunca imaginei, mas foi exatamente isso que o designer Shmuel Linki’s inventou.

Confiram as fotos, ficou demais.

Fonte: Yanko Design

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O iPhone faz café.

Tecnologia
Em 18 de dezembro de 2011
Durante o cafezinho do(a)

Coffeeholics tem vários sonhos de consumo, máquina, moedores, aquele grão de ótima qualidade, mas observem essa máquina, a TopBrewer Coffee.

Podemos dizer que é uma torneira de café em casa, o sistema fica todo embutido, visível somente o dispositivo por onde sai o café e um teclado com os tipos de cafés que a máquina faz, que são vários.

O design é sensacional, elegante e simples, além de tudo isso, ainda pode ser controlada pelo seu iPhone, iPod Touch ou iPad.

Assista o vídeo demonstrativo, eu acho que já podemos adicionar mais um sonho de consumo a nossa imensa lista, e vocês?

 

 

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Starbucks Cup Magic

Tecnologia
Em 23 de novembro de 2011
Durante o cafezinho do(a)

A Starbucks resolveu inovar esse ano nos seus famosos copos de natal, aplicativos para iOS e Android permitem interação com o copo através de realidade aumentada.

Curte o vídeo ai, será que já tem no Brasil, se alguém souber avisa :-)

 

 

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