A Revolução dos Bichos

Livros e Autores
Em 8 de janeiro de 2013
Durante o cafezinho do(a)

Na primeira vez que ouvi falar sobre Revolução Russa, tinha onze anos e, como estava lendo um livro que contava de forma fantasiosa o processo, nem sabia que era sobre isso que se tratava. Anos mais tardes, nas várias vezes que o reli, fiquei cada vez mais encantada com a simplicidade com que essa complexa história foi contada, na figura de interessantes animaizinhos de uma fazenda. O livro em questão se chama A Revolução dos Bichos, foi escrito por George Orwell e é visto como um clássico da literatura, figurando na lista dos melhores romances dos últimos tempos.

 

animal_farm

 

O livro começa contando sobre um grupo de animais que, influenciados pelo sonho do porco Major e cansados de trabalhar incansavelmente em troca de ração para o fazendeiro Jones, resolvem fazer uma revolução, expulsando o fazendeiro da fazenda e mudando o nome da Granja do Solar para Granja dos Bichos. Iniciava-se então o Animalismo, doutrina que entre tantos princípios, tinha como maior máxima “todos os animais são iguais”.

 

revolucao_bichos

 

No início, todos os animais ganhavam a mesma quantidade de ração e, mesmo que nem todos soubessem expor corretamente suas opiniões, todos podiam votar, de forma que dois porcos acabaram por ser vistos como os líderes da revolução, uma vez que se destacavam na administração e elaboração de propostas para a fazenda. Esses dois porcos eram Bola-de-Neve, que se considerava igual aos outros, e Napoleão, que sempre discordava da opinião de Bola-de-Neve e ansiava ter o poder para si. A luta pelo poder ficou bastante definida na reprovação de Napoleão quanto à construção de um moinho e, pouco tempo depois, Napoleão dá “um golpe de estado”, expulsando Bola-de-neve e assumindo a administração da Granja dos Bichos.   Napoleão segue com o projeto da construção do moinho e a princípio, mostra-se como um líder firme e justo, mas aos poucos alguns animais começam a desaparecer, outros são retirados da convivência dos pais e os sete mandamentos do Animalismo são cada vez mais desrespeitados, distorcidos e esquecidos. Napoleão se mantém no poder por sua forte figura, pelos discursos eloqüentes do porco Garganta (propaganda), manipulação de animais mais influenciáveis como as ovelhas e repressão de quem quer que seja que se opunha ao regime. Enquanto alguns animais ganham pouca ração e não têm direitos, os porcos, que são “animais superiores”, vão ganhando mais e mais privilégios, resultando numa ditadura dos porcos, cada vez mais parecidos com os humanos. Dos sete mandamentos, restou apenas uma única máxima: “todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros”.

 

george_orwell

 

A Revolução dos Bichos é um livro fantástico que, apesar das claras analogias à Revolução Russa e a ditadura de Stalin, pode ser inserido em qualquer contexto e época, pois a ganância, manipulação e corrupção fazem parte das nossas vidas e, infelizmente, a história se repete. É interessante que além de tratar de forma simplificada sobre o socialismo e outras ideias políticas, o livro fala da sociedade e dos homens em geral, tanto que cada animal tem uma característica humana, como autoritarismo, determinação, ingenuidade e também, capacidade de sonhar. O leitor pode se emocionar com a visão e vontade de mudar do Major e de Bola-de-Neve, e se indignar quanto ao fim trágico do bondoso e trabalhador Sansão, bem como quanto à indiferença do grupo dominante em relação aos problemas sociais. A leitura é tranqüila, a história flui com naturalidade e o livro pode ser lido por crianças e adultos, de forma que Revolução dos Bichos é um ótimo livro tanto para quem procura entender melhor como ocorre a corrupção de certas ideologias (e ao compreender, talvez procurar evitá-la), quanto para quem simplesmente vai à livraria em busca de uma boa leitura.

Envie seu Comentário  Leia os Comentários 

Livro – Os caminhos da força.

Livros e Autores
Em 18 de setembro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Todos nos amantes de StarWars sabemos que o caminho da força tem dois lados, o lado do Bem [Jedi] e o lado Negro [Sith], sabemos também que a linha que divide os dois lados é muito fina, veja o caso de Anakin Skywalker que no meio de sua jornada foi levado para o lado Negro.

O que não sabemos exatamente é como se faz um Sith ou um Jedi, para mostrar um pouco mais sobre isso Daniel Wallace criou dois belos livros que servem como guia para o mundo dos Jedis ou dos Siths. Os dois livros são bem ricos em detalhes ao mostrar os dois mundos, tantos suas técnicas de lutas ou estilo “de magia”, além de mostrar mais sobre as raças e os veículos do mundo de StarWars.

Um dos detalhes mais legais do livro, é a ideia de secularidade, o livro é passado de mestre para aprendiz. O livro dos Jedis pertenceu a Yoda, depois para  Thane Cerulian, Conde Dooku [um dos meus Siths favoritos], Qui-Gon Jin, Obi Wan Kenobi, Anakin Skywalker e acabou chegando nas mãos de Luke Skywalker. Por conta “do passar de mãos” do livro, ele é cheio de pequenas anotações com as letras dos famosos Jedis.

Até agora não existe uma edição nacional do livro, mas em compensação existe uma edição de luxo de cada livro, na edição especial o livro vem protegido com uma caixa automática [que serve de cofre e abre automaticamente] e cheia de extras, um mapa das estrelas  para os Jedis e para os Siths um cristal para construção do saber de luz entre outras coisas.

 

O livro pode ser encontrado nas melhores livrarias, já a edição especial pode ser comprada pelo Ebay.

 

Envie seu Comentário  Leia os Comentários 

Livro – Deuses Americanos

Livros e Autores
Em 15 de setembro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Deuses Americanos é considerado o melhor romance do roteirista de Sandman, Neil Gaiman.

 

O livro conta a história de Shadow, que ao sair da prisão é recrutado por um homem misterioso conhecido como Wednesday, sem nada a perder Shadow aceita o emprego e passa a acompanhar seu novo patrão. Com o decorrer dos fatos Shadow descobre que Wednesday é simplesmente Odin, o maior dos deuses, uma referência que fica clara já no início do livro, pois Quarta-feira é o dia de Odin, e que está sendo usado em uma guerra que Odin planeja começar contra os novos deuses, que tomaram conta das Estados Unidos após os deuses antigos terem sido abandonados por seus fiéis, esses novos deuses são conhecidos como Internet, telefone celular, cartão de crédito entre outros.

neil_gaiman

Neil Gaiman

Shadow parte pelos Estados Unidos atrás dos antigos deuses, trazidos a América através da crença dos imigrantes vindos do Velho Mundo, os recrutando para a batalha, Gaiman nos mostra conhecidos deuses da antiguidade, antes reverenciados e poderosos, vivendo como mendigos, prostitutas e golpistas, posições nada condizentes com seus antigos status.

“Não diga que um homem é feliz – disse Shadow – até que ele esteja morto.”

A história de Deuses Americanos é viciante, Gaiman consegue nos prender e transmitir a angústia que Shadow está passando enquanto vive aquela guerra que está muito além de sua compreensão, a dualidade dos personagens também é um ponto forte, nunca sabemos ao certo quem é o bonzinho da história, o que torna tudo mais intrigante ainda.

“Tinha só um cara na Bíblia inteira pra quem Jesus prometeu pessoalmente
um lugar no paraíso do lado dele. Não foi pra Pedro, nem pra Paulo,
nem pra nenhum daqueles caras. Ele era um ladrão condenado,
que estava sendo executado. Então, não fica tirando uma dos caras
no corredor da morte. Talvez eles saibam de alguma coisa que você não sabe.”

A narrativa é uma clara crítica a sociedade baseada no consumo e obssecada pelo dinheiro e pelo poder que o mundo se tornou, esquecemos de nossas verdadeiras crenças e passamos a adorar inovações tecnológicas que acabam nos afastando do que realmente importa, Gaiman conseguiu criar um universo onde coloca todas essas reflexões na cabeça do leitor.

Quero recomendar a todos que leiam o livro e conheçam outras obras do autor, principalmente Sandman e Lugar Nenhum, depois voltem para contar o que acharam e suas reflexões sobre essa nova sociedade e seus novos deuses. O livro está em sua terceira edição, pela Editora Conrad, sugiro que corram atrás pois geralmente as edições esgotam rapidamente.

“Uma questão que sempre me intrigou é o que acontece com os seres demoníacos
quando os imigrantes se mudam de sua terra natal.
Americanos de ascendência irlandesa lembram-se das fadas, americanos de
ascendência norueguesa, das nisser, americanos de ascendência grega, das
vrykólakas, mas só no que diz respeito a eventos acontecidos no Velho
Continente. Certa vez, quando perguntei por que tais demônios não são vistos
nos Estados Unidos, meus informantes riram confusos e disseram: “Eles têm
medo de cruzar o oceano, é muito longe”, chamando a atenção para o fato de que
Cristo e os apóstolos nunca estiveram na América.”

Trecho do livro de Richard Dorson, “A Theory for American Folklore”, American
Folklore and the Historian, que abre o livro de Neil Gaiman.

Algum tempo atrás o próprio Neil Gaiman disse que havia vendido os direitos do livro e o mesmo seria adaptado para o cinema, aguardamos ansiosos.

Envie seu Comentário  Leia os Comentários 

Livro – As Raízes do Rock

Livros e Autores, Música
Em 19 de junho de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Sempre gostei muito de Blues, principalmente das histórias e lendas que cercam esse gênero musical surgido nas plantações de algodão do delta do Mississipi.

O blues era tocado originalmente com violão, piano ou gaita, e cresceu nos lares negros do sul, nas serrarias, nas prisões, nos campos de lenhadores, nos trens e nas plantações de algodão durante o início do século XX.

Toda essa atmosfera que antecede o Rock n’ Roll e inclui o blues é contada pelo jornalista Florent Mazzoleni com uma riqueza de detalhes incrível no livro recentemente lançado no Brasil pela Companhia Editora Nacional chamado As Raízes do Rock.

O livro aborda a década de 1930 a meados de 1950, passando pelo Boogie Woogie, pelas famosas Orquestras de Jazz, pelo blues, pelo Country, pela música gospel, entre outros diversos estilos que se fundiram dando origem ao Rock n’ Roll.


Temos uma sessão no livro chamada Os Reis do Rock que é um espetáculo a parte, com capítulos dedicados a Bill Halley, Fats Domino, Little Richard, e é claro ao Rei Elvis Plesley, entre outras lendas, tudo isso com muitas fotos que são mais de 300 durante o livro todo, entre shows, capas de discos, recortes de jornais e cartazes promocionais.

O livro As Raízes do Rock conta também toda a evolução cultural e da indústria fonográfica, o crescimento dos grandes selos independentes e o surgimento dos discos de 45 rotações e dos transistores. As mudanças culturais pelas quais o mundo passava, os Estados Unidos vivendo uma época de prosperidade econômica com o final da Segunda Guerra Mundial, a luta dos negros por seus direitos e como todos esses acontecimentos influenciaram a música.

 

Posso dizer sem dúvidas que o livro é essencial para que curte música e quer conhecer um pouco mais de como o rock, o blues, o country, o jazz e outras vertentes mudaram o mundo e até hoje embalam sonhos.

Livro: As Raízes do Rock
Autor: Florent Mazzoleni
Editora Nacional
Páginas; 224

Envie seu Comentário  Leia os Comentários 

Lugar Nenhum

Livros e Autores
Em 25 de maio de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Antes de falar sobre este livro, preciso contar como esbarrei nele. Há cerca de dois anos eu morava em Florianópolis e trabalhava em uma empresa de desenvolvimento de jogos. Meu cargo era suporte técnico, mas o que interessa é que todo mundo lá era nerd, assim como eu. Um dos escritores do universo ficcional do jogo um dia mandou um e-mail para todos da empresa dizendo que tinha vários livros que queria vender e perguntou se alguém tinha interesse. Ele passou uma lista com os nomes e vi que a maioria era em inglês. Como eu tenho fluência em inglês, pensei que era uma boa chance de conhecer a literatura estrangeira sem as falhas da tradução. Claro, como sou fã de ficção científica, pensei que era um tesouro que se apresentava. Ele estava vendendo os livros por R$ 5 e R$ 10 e, entre os que lá estavam, comprei o Neverwhere por R$ 5. Logo digo o porquê, mas já adianto que, em uma cidade onde chovia muito na época, foi um dos melhores livros que já li em uma determinada situação.

Pensei em escrever sobre ele porque estava vendo livros no Submarino e de repente vi um que me chamou a atenção. Foi depois que vi que na verdade era o Neverwhere, traduzido e vendido aqui como Lugar Nenhum. Já dá para chamar a atenção para o livro pelo autor, Neil Gaiman. Para quem não o conhece, ele é autor da famosa série Sandman e, também, um conceituado escritor de ficção científica. No livro Neverwhere (vou chamar assim, pois foi assim que o conheci e li), a história é uma espécie de Alice no País das Maravilhas e os filmes mais recentes do Batman. O enredo é, praticamente, Alice, mas o clima é uma união de Batman, em termos de personagens surpreendentes e negros, e cenários que você vê nos filmes de Hellboy.

A história é centrada em Richard Mayhew, um jovem escocês que decide um dia se mudar para Londres. Ele tem um emprego, uma noiva, uma vida comum e um prospecto de futuro, mesmo que não seja um futuro como ele queria. Até que um incidente acontece e Richard entra em um mundo paralelo, a Londres de baixo. A Londres de baixo é tudo que a cidade de Londres é normalmente, a não ser pelo fato de que os que vivem em Londres não veem a Londres de baixo ou o que nela habita. Um mundo diferente de tudo que você pode imaginar é descrito em detalhes que realmente surpreendem, pois não há como comparar direito com outro mundo. Não se trata de criaturas típicas de diferentes mitologias, são realmente coisas novas, criadas exclusivamente por Gaiman. E é ali que tudo fica interessante.

A vontade de falar sobre esse livro se deu pela coincidência de ter encontrado, sem querer, o livro logo nesta época do ano, que mais chove e que torna a leitura muito mais interessante do que se você ler em pleno verão. O clima do livro é negro, mas não necessariamente de terror ou pesado. É negro como um dia chuvoso, onde tudo está sempre molhado, mas ocasionalmente você encontra um lugar seco. Lembro que tomei muito mais café enquanto lia este livro do que outros que já li.

Se você, como eu, nunca leu Alice no País das Maravilhas, mas gostaria de ler uma história extremamente interessante e, apesar de similar no enredo, única, recomendo Lugar Nenhum. Para melhor proveito, leia em uma cama ou sofá, com cobertas e uma xícara de um bom café, de preferência preto.

Não procurei se tem disponível em outros sites, mas no Submarino você encontra o livro neste link.

É uma leitura e tanto por apenas R$ 29,90.

Envie seu Comentário  Leia os Comentários 

64 páginas

Beat Generation, Cultura, Livros e Autores
Em 24 de fevereiro de 2012
Durante o cafezinho do(a)

Para quem adora pockets (assim como nós da Turma), a L&PM estará lançando nos próximos dias uma coleção de livros com 64 páginas cada que custarão R$5 na versão impressa, ou R$3 em e-book. Pelas informações divulgadas no facebook oficial da editora, inicialmente serão 12 livros, entre eles, Kerouac, Bukowski, Tolstói, Fernando Pessoa, Tchékhov e outros.

(Obs.: Este post não foi pago, é que a gente gosta mesmo dos Pockets da L&PM.)

Envie seu Comentário  Leia os Comentários 

A Incompreensão da Liberdade

Cultura, Filmes, Livros e Autores
Em 18 de agosto de 2011
Durante o cafezinho do(a)

“Two years he walks the earth. No phone, no pool, no pets, no cigarettes. Ultimate freedom. An extremist. An aesthetic voyager whose home is the road. Escaped from Atlanta. Thou shalt not return, ’cause “the West is the best.” And now after two rambling years comes the final and greatest adventure. The climactic battle to kill the false being within and victoriously conclude the spiritual pilgrimage. Ten days and nights of freight trains and hitchhiking bring him to the Great White North. No longer to be poisoned by civilization he flees, and walks alone upon the land to become lost in the wild. – Alexander Supertramp May 1992″ (Filme Into the Wild)

Não quero fazer mais um texto sobre a história de Alexander Supertramp, esta pode ser encontrada documentada no livro do Krakauer e no filme Into the Wild. Mas quero sim pensar um pouco sobre a incompreensão da liberdade que surge ao conhecermos a história dele. Segundo os registros, foi mais ou menos nessa época do mês de agosto de 1992, que Christopher McCandless encerrou a sua viagem por este Mundo tão real.

Supertramp (Super Vagabundo) e McCandless são a mesma pessoa. Um jovem aventureiro que largou tudo para viver algo mais. Algo em que realmente acreditava. É tão difícil compreender este ato, imaginar-se largando tudo que você tem, tudo que você viveu, para começar novamente, sem se preocupar com o sistema, com os julgamentos, com as consequências… Certo ou errado, foi uma escolha, e no momento que ela foi feita, não se pode julgá-la.

Talvez não possamos compreender a liberdade até prová-la. Talvez jamais possamos entender o que é necessário para sentir a mesma felicidade que Supertramp sentiu ao sair pela porta e simplesmente partir. Quem sabe, a liberdade talvez seja subjetiva, e pode ser diferente para mim ou pra você. Mas se for, porque histórias como essa, como o bucolismo e o arcadismo, como o escapismo poético de 22, ou como a geração beat, nos mostram imagens tão claras do que supomos ser a liberdade?

Como saber o que eles pensavam quando imaginavam a liberdade… Talvez esses atos poéticos sejam a expressão da mesma falta de liberdade que temos hoje. Hoje podemos falar a qualquer momento com infindáveis pessoas, expressar nossas opiniões, sermos senhores do conhecimento. Porém, raramente falamos o que realmente queremos, seja sobre um governo, um regime de engorda política, ou um amor platônico por uma menina que sequer desconfia disso.

No fim, é tão fácil julgar atos como os de Supertramp. E tão difícil ter a mesma coragem que ele possuía.

 

O livro e o filme

“So many people live within unhappy circumstances and yet will not take the initiative to change their situation because they are conditioned to a life of security, conformity, and conservatism, all of which may appear to give one peace of mind, but in reality nothing is more dangerous to the adventurous spirit within a man than a secure future. The very basic core of a man’s living spirit is his passion for adventure. The joy of life comes from our encounters with new experiences, and hence there is no greater joy than to have an endlessly changing horizon, for each day to have a new and different sun.” (Christopher McCandless/Jon Krakauer)


 

Com participação e revisão de Dudu Martins.

Envie seu Comentário  Leia os Comentários 

Escritores e café.

Beat Generation, Cultura, Livros e Autores
Em 30 de maio de 2011
Durante o cafezinho do(a)

O café vem acompanhando famosos escritores durante anos, Honoré de Balzac por exemplo chegava a beber 50 xícaras por dia e quando não podia beber, mastigava os grãos de café, nesse post algumas fotos de pessoas que marcaram gerações com suas obras, regadas a muito café.

Abaixo temos F. Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway em um café com amigos, essa fase da vida de Hemingway é contado no livro Paris é uma Festa, onde descreve a Paris dos anos 1920 e sua vida boêmia.

Aqui encontramos a nata da chamada geração Beat, tomando um café da manhã em Nova York no ano de 1950. Larry Rivers, Jack Kerouac, Gregory Corso (de gorro), David Amram e Allen Ginsberg

 

Aqui Samuel Beckett bebe seu café em algum lugar de Paris.

Pra finalizar, o cara que é considerado um dos maiores poetas da música americana, completou 70 anos no último dia 24 de maio, Bob Dylan no café da manhã. Dylan escreveu a música One More Cup of Coffee que vocẽ pode curtir nesse post interpretada pelo White Stripes.

Envie seu Comentário  Leia os Comentários